Para promover a troca de ideias e a colaboração científica entre os pesquisadores na área da dor no Brasil e internacionalmente, este comitê assume o compromisso pela atualização sobre novas descobertas relacionadas ao tema, assim como pelo fomento ao debate para difusão do conhecimento e uso público.
Segundo definição da The International Association for the Study of Pain – IASP (2020): Uma experiência sensitiva e emocional desagradável, associada, ou semelhante àquela associada, a uma lesão tecidual real ou potencial. É considerada um importante problema de saúde pública, por ser uma das principais responsáveis pelo uso de serviços de saúde, absenteísmo no trabalho, aposentadorias por motivos de saúde e pelos anos vividos com incapacidade1.
Pesquisas atuais vêm mostrando que abordagens não-farmacológicas para o manejo da dor, como as Medicinas Tradicionais, Complementares e Integrativas (MTCI), estão sendo cada vez mais utilizadas nos sistemas públicos e privados de saúde2,3, e recomendadas com base nas melhores evidências científicas e diretrizes clínicas4-8, como as da American College of Physicians (ACP)5 e Lancet Low Back Pain Series Working Group6 para dor lombar, da European League Against Rheumatism (EULAR)7 para fibromialgia, e The Ottawa Panel Clinical Practice Guidelines8 para osteoartrite de joelhos.
Neste sentido, o Comitê de Dor do Consórcio Acadêmico Brasileiro de Saúde Integrativa visa, como base nas diretrizes da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Sistema Único de Saúde (SUS)9,10, articular uma rede nacional e internacional de pesquisadores, a fim de contribuir para o desenvolvimento de estudos clínicos de qualidade, seus mecanismos de ação, segurança, qualidade e custo-efetividade.
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