Comitê de Dor

Para promover a troca de ideias e a colaboração científica entre os pesquisadores na área da dor no Brasil e internacionalmente, este comitê assume o compromisso pela atualização sobre novas descobertas relacionadas ao tema, assim como pelo fomento ao debate para difusão do conhecimento e uso público.

Estes são os nossos objetivos principais

Conheça os membros do Comitê de Dor

Carina Suzana Correa

Carina Suzana Correa

Coordenador(a) Geral
Rafael Vercelino

Rafael Vercelino

Secretário(a)
Renato Ramos Coelho

Renato Ramos Coelho

Membro
Arthur de Sá Ferreira

Arthur de Sá Ferreira

Membro
Wagner Jorge dos Santos

Wagner Jorge dos Santos

Membro
Chana de Medeiros da Silva

Chana de Medeiros da Silva

Membro
Melissa Ferreira de Macedo

Melissa Ferreira de Macedo

Membro

Projetos da área temática no CABSIN

Mapa de Evidências de Dor Crônica

Concluído
Finalizado e publicado. Subsidiou o protocolo técnico da SMS de São Paulo (2023).

Suporte técnico à SMS-SP

Concluído
Incorporação de dados científicos sobre auriculoterapia, acupuntura, ventosaterapia, moxaterapia, tai chi, reflexoterapia, fitoterapia, meditação, yoga e massagens no protocolo de controle de dor.

Integração com Comitê de Osteopatia

Planejado
Atividades conjuntas planejadas sobre manejo da dor crônica.

Conceito Comitê de Dor

Segundo definição da The International Association for the Study of Pain – IASP (2020):  Uma experiência sensitiva e emocional desagradável, associada, ou semelhante àquela associada, a uma lesão tecidual real ou potencial. É considerada um importante problema de saúde pública, por ser uma das principais responsáveis pelo uso de serviços de  saúde, absenteísmo no trabalho, aposentadorias por motivos de saúde e pelos anos vividos com incapacidade1. 

Pesquisas atuais vêm mostrando que abordagens não-farmacológicas para o manejo da dor, como as Medicinas Tradicionais, Complementares e Integrativas (MTCI), estão sendo cada vez mais utilizadas nos sistemas públicos e privados de saúde2,3, e recomendadas com base nas melhores evidências científicas e diretrizes clínicas4-8, como as da American College of Physicians (ACP)5 e Lancet Low Back Pain Series Working Group6 para dor lombar, da European League Against Rheumatism (EULAR)7 para fibromialgia, e The Ottawa Panel Clinical Practice Guidelines8 para osteoartrite de joelhos.  

Neste sentido, o Comitê de Dor do Consórcio Acadêmico Brasileiro de Saúde Integrativa visa, como base nas diretrizes da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Sistema Único de Saúde (SUS)9,10, articular uma rede nacional e internacional de pesquisadores, a fim de contribuir para o desenvolvimento de estudos clínicos de qualidade, seus mecanismos de ação, segurança, qualidade e custo-efetividade.

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Referências

  1. Brasil. Pesquisa nacional de saúde 2013 – percepção do estado de saúde, estilos de vida e doenças crônicas. Rio de Janeiro: IBGE, 2014.
  2. Barnes PM et al. CDC National Health Statistics Report #12. Complementary and Alternative Medicine Use Among Adults and Children: United States, 2007. December 2008.
  3. Kemppainen LM et al. Use of complementary and alternative medicine in Europe: Health-related and sociodemographic determinants. Scand J Public Health. 2018 Jun;46(4):448-455.
  4. Pennick V, Liddle SD. Interventions for preventing and treating pelvic and back pain in pregnancy. Cochrane Database Syst Rev. 2013 Aug 1;(8):CD001139.
  5. Qaseem A et al. Noninvasive Treatments for Acute, Subacute, and Chronic Low Back Pain: A Clinical Practice Guideline From the American College of Physicians. Ann Intern Med. 2017 Apr 4;166(7):514-530.
  6. Foster NE et al. Prevention and treatment of low back pain: evidence, challenges, and promising directions. Lancet. 2018 Jun 9;391(10137):2368-2383.
  7. Macfarlane GJ et al. EULAR revised recommendations for the management of fibromyalgia. Ann Rheum Dis. 2017 Feb;76(2):318-328.
  8. Brosseau L et al. The Ottawa panel clinical practice guidelines for the management of knee osteoarthritis. Part one: introduction, and mind-body exercise programs. Clin Rehabil. 2017 May;31(5):582-595.
  9. World Health Organization. WHO Traditional Medicine Strategy: 2002-2005. WHO: Geneva, 2002.
  10. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares no SUS (PNPIC). Brasília: Ministério da Saúde, 2006.